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[Atlanta, EUA] Trabalhando com a Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA), alguns delegados arregaçaram as mangas e, munidos de pranchetas, canetas e folhas para coleta de assinaturas do projeto Enditnow, abordaram as pessoas que circulavam na calçada ao redor do Centennial Olympic Park.
Enquanto as assinaturas eram coletadas, o pastor de Jovens e Comunicação, Milton Coronado, expôs um cartaz com um rosto feminino com as palavras End It Now.
A campanha realizada pela Igreja Adventista do Sétimo Dia em todo o mundo, traduzida para o português como “Pare Agora”, tem o objetivo principal levar às autoridades mundiais uma petição para que intervenham para acabar com a violência praticada contra mulheres e meninas. As assinaturas coletadas serão entregues para as autoridades da Organização das Nações Unidas (ONU).
Apesar do forte calor, os delegados voluntários foram bem sucedidos na obtenção de assinaturas e também na conscientização daqueles que puderam conhecer de perto o projeto e a campanha.
"É extremamente importante falar sobre isso e esta é uma parte de nossa missão em Atlanta", diz Rachel Davies, pastor de Jovens em Ohio. "A Igreja está aqui para discutir o futuro e seus projetos e esta é uma parte do nosso negócio. Nosso negócio não é apenas sobre as políticas, devemos lembrar de não estarmos muito ocupados para fazer o trabalho do reino”, completou.
Houve um ligeiro atraso no parque, pois os organizadores esperavam a permissão para o grupo atuar. As autoridades responsáveis buscaram abreviar a autorização quando conheceram a importância da campanha. "Eles entenderam a visão de que esta campanha é sobre o fim da violência", explica João Torres, gerente sênior de relações públicas da ADRA Internacional. Desta maneira o grupo conseguiu trabalhar no parque duas horas a mais do período anteriormente autorizado.
"Esperamos recolher 1.000 assinaturas até ao fim do nosso tempo aqui", diz Torres. "O que realmente está acontecendo para trazer a mudança é quando as pessoas abraçarem a causa e perceber que a violência contra mulheres e meninas é real, acontece no seu país, estado, cidade, igreja e comunidade, e assim criar a consciência que esta pandemia merece", conclui.

Fonte: Adventist News Network// http://news.adventist.org/
Maran Kimberly Luste, versão de Francis Matos |